sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Eu e o Luisão...

... quando vemos estas imagens, temos vontade de chorar.

Sábado é como o Paíto. É para lhes dar fortânsimo.

domingo, 3 de novembro de 2013

Jornada 9: Sporting 3 - 2 Marítimo

Jogo difícil contra uma equipa que vislumbrava num resultado positivo a possibilidade de inverter um ciclo negativo. Jogo difícil contra equipas que vislumbravam num resultado negativo a possibilidade de inverter um ciclo positivo. A uma e às outras respondeu o Sporting com uma exibição onde nunca faltou a crença. E se alguma conclusão se pode tirar do teste pós-fcp é que este Sporting acredita em si. Bem-hajam, rapazes!

Acostas e Secretários

Acostas:

William Carvalho - Mais um grande jogo deste menino. A forma como sai da pressão dos adversários, deixando a bolinha bem redonda para os companheiros... que luxo!

Adrien Silva - Se há alguém que hoje merece sopas e descanso é este rapaz. Andou a mandar mails a toda a gente para irmos a Alvalade e quis ser o melhor dos anfitriões. Grande atitude.

Diego Capel - Cabeça no chão, costas arqueadas, e aqui vai disto. É assim o Dieguito. Criticam-no por não ver o que se passa à sua volta. Não percebem que Capel não precisa de ver. Basta-lhe sentir! - sente o jogo, sente os companheiros, sente a bancada. E estes sentem-no de volta. E num jogo de bola há poucas coisas mais importantes do que esta comunhão de sensações. Força, Diego!

Secretários:

Eric Dier - Onde está o jogador alegre e confiante da época passada? Não sei o que se passa para a não-aposta em Dier em detrimento de outros. Não sei se estará relacionada com questões contratuais. Sei que é preciso dar a mão a um dos mais promissores jogadores da equipa. Leonardo Jardim e Bruno de Carvalho têm de gerir bem esta situação.

Vítor - Parece-me que André Martins voltará ao 11 no próximo desafio.

Carrillo - Não foram as más recepções, os maus passes ou os remates disparatados. O que ontem levou a bancada ao desespero foi a postura displicente com que Carrillo se apresentou. Começa a ser difícil perceber este rapaz.

Bruno Esteves - O homem do apito fez um jogo a roçar a perfeição, onde o único erro terá sido a vitória Leonina.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O linguista



Demolidor! Ou, segundo Abel Xavier, demole-a-dor. Assim se pode adjectivar (adectiva-o-ar?) o histórico colóquio daquele que ameaça ser o mais brilhante linguista português desde Jorge Jesus. António Emiliano, Óscar Lopes e até Noam Chomsky já sublinharam que as iluminadas observações do agora ex-treina-a-dor do Olhanense vêm revolucionar (revoluciona-o-ar?) não apenas a Etimologia, como o próprio sentido do mundo que nos é dado a observar (observa-o-ar?).
Por exemplo, da próxima vez que entrar (entra-o-ar?) no seu prédio, vá pelas escadas - ao contrário do que pensa, a opção mais habitual apenas eleva-a-dor.
Esqueça as aspirinas, brufens e todas essas merdas que nas farmácias nos impinge o vende-a-dor (como é que não fomos capazes de perceber isto? Cooooomo?!) - se sofre de alguma maleita dirija-se à Staples. É o sítio onde mais facilmente encontrará um apaga-a-dor. Aproveite que lá vai e, p'lo sim, p'lo não, adquira um agrafa-a-dor, um fura-a-dor e um marca-a-dor. Certamente que a partir de agora lhes descobrirá novas funcionalidades.
E quando voltar (volta-o-ar?) a ter comichão, arme-se em caruncho e encha a barriga com o parquet da sala. Pode ser que passe.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Perguntar não ofende e o sonho comanda a vida

Queria começar este post agradecendo a Sá Pinto o serviço dedicado que prestou ao Sporting enquanto treinador nos últimos meses. Infelizmente, para ele e para nós, as coisas não correram do modo que todos gostariamos. A imagem que Sá Pinto me deixa é a de um homem com boas ideias mas que acaba por sucumbir à pressão dos maus resultados. Um treinador com mais currículo (não querendo isso dizer que mais competente) teria maior tolerância. Sá Pinto tentou passar, nas suas intervenções públicas, a imagem de alguém calmo, sereno. Percebe-se, dado o estigma que carregava e que a imprensa e paineleiros fizeram questão de recordar aquando da tomada de posse como treinador do Sporting. Mas todos sabemos que a impulsividade faz parte da sua natureza. Quando chegou, Sá Pinto pôde trabalhar sem grande pressão. Essa tolerância por parte dos adeptos e imprensa permitiu-lhe desenvolver as suas ideias de forma tranquila, mostrando-se um homem esclarecido e ponderado. Esta época, quando os resultados teimaram em não surgir, a sua natureza impulsiva terá levado a melhor, levando-o ao abandono do plano inicial e a decisões erráticas, quase na base da fezada, no comando da equipa. Os jogos contra Estoril e Gil Vicente são espelho desse "vamos ver se resulta". A saída é um corolário natural face aos resultados alcançados por um treinador com poucas provas dadas. Mesmo sendo esse treinador um homem acarinhado pelos adeptos.

Rei morto, rei posto e, desde já, se inicia a demanda pelo próximo líder do futebol leonino. Não faltarão palpites por parte de todos os sectores - este tipo não, porque sim; este fulano sim, porque não; aquele gajo talvez, porque sim e porque não. Como é óbvio, também eu tenho um favorito. E, como também é óbvio, achará o leitor que o meu preferido é uma perfeita patetice. Como ser pateta ainda não é critério para uma subida de escalão no IRS, partilho consigo a minha escolha e o raciocínio que a sustenta.

Fosse eu o Carlos Freitas e estaria neste momento a ligar a Luís Figo (calma, pôrra! - não é este gajo!)

"- 'Tou? Luís? É o Carlos... o Carlos Freitas... do Sporting, pá. Ouve Luís, sei que és um grande Sportinguista, que queres o melhor para o clube e, em Seu nome, gostava de te pedir um favor. Fica tranquilo que não te custará uma peseta. O que pretendo de ti é que me marques um encontro com um grande amigo teu. Só isso. Arranja-me esse encontro e farás um favor enorme ao clube. Esse encontro é com quem? Pá... com o Pep Guardiola. Pergunta-lhe se me pode receber, ok? Perguntar não ofende e ele não se sentirá ofendido. E decerto atenderá ao pedido de um amigo. Fazes isso, Luís? Muito obrigado, pá!

Já parou de rir, caro leitor? Então deixe-me prosseguir e dizer-lhe o que poderia argumentar Freitas numa entrevista com Guardiola:

Que de facto Sporting é um gigante adormecido num futebol pouco mediático. Que  o Sporting não lhe poderá oferecer um salário ao nível daquele a que está habituado a auferir. Mas que existem homens que vêem para lá do dinheiro e do mediatismo e que Pep é um deles. Um homem que abraça causas e projectos edificantes. Que o projecto do Sporting se assemelha ao do Barcelona e que é dos poucos a manter vivo o genuíno espírito desportivo da formação de atletas e homens. Que  será dos maiores desafios que encontrará na sua carreira. Que fazer erguer este gigante adormecido contra os interesses instalados e a vontade de bipolarização do futebol português é tarefa transcendente e que quem o conseguir ficará imortalizado para todo o sempre.

Carlos, fazer uma coisa deste género não custa nada. Perguntar não ofende e o Luís e o Pep não se sentiriam, por certo, ofendidos. E o sonho comanda a vida.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O futebol do Sporting está muito "in"

Incompreensível, inconsequente, inqualificável, inenarrável, inábil, indecente, infeliz, insípido, ingénuo, indigesto, injucundo, inquietador, intragável, inválido, indescritível...